Quarta-feira, 10 de Dezembro de 2008
Terça-feira, 9 de Dezembro de 2008
Obra de Machado de Assis Estréia, Hoje
O orçamento de 1 milhão de reais por capítulo é pouco para Luiz Fernando Carvalho. Mas foi com essa quantia que ele teve de “se virar” para produzir “Capitu”, minissérie adaptada do livro “Dom Casmurro”, de Machado de Assis, que estréia, hoje, na Globo, após o “Casseta & Planeta”. “Dinheiro limitado impõe que a gente crie. No lugar de uma superprodução, usamos a imaginação”, simplifica o diretor. Essa é mais uma aposta que a emissora faz em um diretor que até agrada a alguns críticos, mas nem sempre ao público. “A Pedra do Reino”, seu trabalho mais recente na tevê, ficou com 9 pontos de audiência, apenas o terceiro lugar.
A primeira idéia de Luiz Fernando era realizar todas as gravações nas ruas do Centro do Rio de Janeiro. Mas justamente pela inviabilidade dos custos, um bom espaço encontrado para relembrar as memórias do narrador Dom Casmurro foi o Automóvel Club do Brasil, um antigo casarão do século XIX em frente ao Passeio Público, tão citado nas obras de Machado.
O responsável pela direção de arte e cenografia Raimundo Rodriguez diz que a opção por trabalhar com material reciclado, no entanto, não tem a ver com custos, mas com conceito. “Temos bastante ex-lixo, ferro velho. Mas tomamos o cuidado de transformar isso em idéias e não em bobagens”, polemiza o artista plástico.
Com cinco capítulos, toda a história é contada pelo narrador nada confiável Dom Casmurro, interpretado pelo ator Michel Melamed. Na velhice, ele resolve resgatar a trajetória dele próprio, Bentinho, representado quando jovem por César Cardareiro. E o ápice é o romance com o grande amor de sua vida, Capitu, vivida pela estreante Letícia Persiles na juventude e, na segunda fase, por Maria Fernanda Cândido. “É complicado porque faço duas composições diferentes. O Bento é jovem, mas o Dom Casmurro é um velho maduro que deve deixar o telespectador na dúvida se ele está falando a verdade ou não”, explica Michel. Já para César Cardareiro, falar sobre a maneira como compôs o personagem é algo bem menos palpável. “A única coisa que fiz foi sentir o Bentinho dentro de mim”, vagueia o garoto.
É assim, investindo em atores desconhecidos e bem ou pouco articulados que Luiz Fernando montou todo o elenco de “Capitu”. Com a exceção de Eliane Giardini, que dá vida à Dona Glória, mãe de Bentinho. “O Luiz me resgatou e me dá orgulho ver que ele continua me chamando para trabalhar. Um convite dele é o mesmo que um prêmio”, exagera Eliane.
A dúvida que permeia toda a história contada por “Dom Casmurro” é se Capitu o trai ou não com seu melhor amigo, Escobar. Conhecido como um diretor ousado, Luiz Fernando não se atreveu a dar uma resposta para essa questão. E o jovem ator Pierre Baitelli, que interpreta Escobar na minissérie, gostou da experiência de atuar sem ter essa resposta. “Trabalhar na dúvida instiga. Escobar às vezes é angelical e às vezes é demoníaco”, define Pierre.
PREPARAÇÃO
Durante dois meses e meio, todo elenco se reuniu em um galpão, no Centro do Rio, para participar da preparação antes das gravações. Foram aulas de improvisação, respiração, além de preparação vocal. Nesse mesmo local, Luiz Fernando quis realizar a coletiva de lançamento de Capitu. Ele gosta de rituais e queria fechar o ciclo onde tudo começou. “Esse galpão nos diz muito. Usamos esse espaço como lugar sagrado”, filosofa o diretor.
Gabriela Germano
TV Press
Fonte: Folha de PE e Youtube
A primeira idéia de Luiz Fernando era realizar todas as gravações nas ruas do Centro do Rio de Janeiro. Mas justamente pela inviabilidade dos custos, um bom espaço encontrado para relembrar as memórias do narrador Dom Casmurro foi o Automóvel Club do Brasil, um antigo casarão do século XIX em frente ao Passeio Público, tão citado nas obras de Machado.
O responsável pela direção de arte e cenografia Raimundo Rodriguez diz que a opção por trabalhar com material reciclado, no entanto, não tem a ver com custos, mas com conceito. “Temos bastante ex-lixo, ferro velho. Mas tomamos o cuidado de transformar isso em idéias e não em bobagens”, polemiza o artista plástico.
Com cinco capítulos, toda a história é contada pelo narrador nada confiável Dom Casmurro, interpretado pelo ator Michel Melamed. Na velhice, ele resolve resgatar a trajetória dele próprio, Bentinho, representado quando jovem por César Cardareiro. E o ápice é o romance com o grande amor de sua vida, Capitu, vivida pela estreante Letícia Persiles na juventude e, na segunda fase, por Maria Fernanda Cândido. “É complicado porque faço duas composições diferentes. O Bento é jovem, mas o Dom Casmurro é um velho maduro que deve deixar o telespectador na dúvida se ele está falando a verdade ou não”, explica Michel. Já para César Cardareiro, falar sobre a maneira como compôs o personagem é algo bem menos palpável. “A única coisa que fiz foi sentir o Bentinho dentro de mim”, vagueia o garoto.
É assim, investindo em atores desconhecidos e bem ou pouco articulados que Luiz Fernando montou todo o elenco de “Capitu”. Com a exceção de Eliane Giardini, que dá vida à Dona Glória, mãe de Bentinho. “O Luiz me resgatou e me dá orgulho ver que ele continua me chamando para trabalhar. Um convite dele é o mesmo que um prêmio”, exagera Eliane.
A dúvida que permeia toda a história contada por “Dom Casmurro” é se Capitu o trai ou não com seu melhor amigo, Escobar. Conhecido como um diretor ousado, Luiz Fernando não se atreveu a dar uma resposta para essa questão. E o jovem ator Pierre Baitelli, que interpreta Escobar na minissérie, gostou da experiência de atuar sem ter essa resposta. “Trabalhar na dúvida instiga. Escobar às vezes é angelical e às vezes é demoníaco”, define Pierre.
PREPARAÇÃO
Durante dois meses e meio, todo elenco se reuniu em um galpão, no Centro do Rio, para participar da preparação antes das gravações. Foram aulas de improvisação, respiração, além de preparação vocal. Nesse mesmo local, Luiz Fernando quis realizar a coletiva de lançamento de Capitu. Ele gosta de rituais e queria fechar o ciclo onde tudo começou. “Esse galpão nos diz muito. Usamos esse espaço como lugar sagrado”, filosofa o diretor.
Gabriela Germano
TV Press
Fonte: Folha de PE e Youtube
Reparos no colisor do "Big Bang" custarão até US$29 milhões

GENEBRA (Reuters) - Reparar o gigantesco colisor de partículas construído para simular o "Big Bang" pode custar até 35 milhões de francos suíços (29 milhões de dólares), anunciou o Centro Europeu de Pesquisa Nuclear (Cern).
Ao anunciar novo adiamento na retomada das atividades do Grande Colisor de Hádrons, que agora deve acontecer apenas na metade do ano que vem, James Gillies, porta-voz do Cern, informou que os reparos custarão 15 milhões de francos suíços, e que peças sobressalentes poderiam custar 10 milhões a 20 milhões de francos suíços adicionais.
O construção do imenso colisor, maior e mais complexa máquina já montada, custou 10 bilhões de francos suíços, e o projeto é bancado pelos 20 países europeus que são membros do Cern e por contribuições de outras nações, entre as quais Estados Unidos e Rússia.
"Não solicitaremos dinheiro adicional aos países membros; vamos enfrentar as despesas usando recursos do orçamento atual do Cern", disse Gillies.
O colisor foi projetado para recriar as condições que existiram logo depois do Big Bang, que para a maioria dos cosmologistas foi o momento de criação do Universo, 13,7 bilhões de anos atrás.
O aparelho gera colisões entre feixes de partículas em velocidades próximas à da luz. Os físicos planejam observar os resultados dessas explosões em busca de partículas novas ou até agora não observadas, com base nas quais novos segredos da ciência poderiam ser revelados.
Os cientistas colocaram o colisor em operação com grande alarde em setembro, disparando feixes de prótons pelo túnel subterrâneo de 27 quilômetros de extensão que faz parte do aparelho. Mas nove dias mais tarde se viram forçados a suspender as operações quando um problema elétrico causou vazamento de hélio.
Gillies informou que o vazamento de hélio causou "danos mecânicos bastante consideráveis ao acelerador".
Repará-lo vai requerer que 53 dos 57 ímãs instalados no túnel do colisor, que fica sob a fronteira entre França e Suíça, perto de Genebra, sejam removidos e depois recolocados.
Por Laura MacInnis
Fonte: Reuters Brasil
Ao anunciar novo adiamento na retomada das atividades do Grande Colisor de Hádrons, que agora deve acontecer apenas na metade do ano que vem, James Gillies, porta-voz do Cern, informou que os reparos custarão 15 milhões de francos suíços, e que peças sobressalentes poderiam custar 10 milhões a 20 milhões de francos suíços adicionais.
O construção do imenso colisor, maior e mais complexa máquina já montada, custou 10 bilhões de francos suíços, e o projeto é bancado pelos 20 países europeus que são membros do Cern e por contribuições de outras nações, entre as quais Estados Unidos e Rússia.
"Não solicitaremos dinheiro adicional aos países membros; vamos enfrentar as despesas usando recursos do orçamento atual do Cern", disse Gillies.
O colisor foi projetado para recriar as condições que existiram logo depois do Big Bang, que para a maioria dos cosmologistas foi o momento de criação do Universo, 13,7 bilhões de anos atrás.
O aparelho gera colisões entre feixes de partículas em velocidades próximas à da luz. Os físicos planejam observar os resultados dessas explosões em busca de partículas novas ou até agora não observadas, com base nas quais novos segredos da ciência poderiam ser revelados.
Os cientistas colocaram o colisor em operação com grande alarde em setembro, disparando feixes de prótons pelo túnel subterrâneo de 27 quilômetros de extensão que faz parte do aparelho. Mas nove dias mais tarde se viram forçados a suspender as operações quando um problema elétrico causou vazamento de hélio.
Gillies informou que o vazamento de hélio causou "danos mecânicos bastante consideráveis ao acelerador".
Repará-lo vai requerer que 53 dos 57 ímãs instalados no túnel do colisor, que fica sob a fronteira entre França e Suíça, perto de Genebra, sejam removidos e depois recolocados.
Por Laura MacInnis
Fonte: Reuters Brasil
Segunda-feira, 8 de Dezembro de 2008
A Felicidade Pode Demorar

Às vezes as pessoas que amamos nos magoam, e nada podemos fazer senão continuar nossa jornada com nosso coração machucado.
Às vezes nos falta esperança. Às vezes o amor nos machuca profundamente, e vamos nos recuperando muito lentamente dessa ferida tão dolorosa.
Às vezes perdemos nossa fé, então descobrimos que precisamos acreditar, tanto quanto precisamos respirar...é nossa razão de existir.
Às vezes estamos sem rumo, mas alguém entra em nossa vida, e se torna o nosso destino.
Às vezes estamos no meio de centenas de pessoas, e a solidão aperta nosso coração
pela falta de uma única pessoa.
Às vezes a dor nos faz chorar, nos faz sofrer, nos faz querer parar de viver,
até que algo toque nosso coração, algo simples como a beleza de um pôr do sol,
a magnitude de uma noite estrelada, a simplicidade de uma brisa batendo em nosso rosto.
É a força da natureza nos chamando para a vida.
Você descobre que as pessoas que pareciam ser sinceras e receberam sua confiança,
te traíram sem qualquer piedade.
Você entende que o que para você era amizade, para outros era apenas conveniência, oportunismo.
Você descobre que algumas pessoas nunca disseram eu te amo, e por isso nunca fizeram amor, apenas transaram...
Descobre também que outras disseram eu te amo uma única vez.
E agora temem dizer novamente, e com razão, mas se o seu sentimento for sincero poderá ajudá-las a reconstruir um coração quebrado.
Assim ao conhecer alguém, preste atenção no caminho que essa pessoa percorreu, são fatores importantes: a relação com a família, as condições econômicas nas quais se desenvolveu.
(dificuldades extremas ou facilidades excessivas formam um caráter), os relacionamentos anteriores e as razões do rompimento, seus sonhos, ideais e objetivos.
Não deixe de acreditar no amor. Mas certifique-se de estar entregando seu coração para alguém que dê valor aos mesmos sentimentos que você dá.
Manifeste suas idéias e planos, para saber se vocês combinam. E certifique-se de que
quando estão juntos, aquele abraço vale mais que qualquer palavra.
Esteja aberto a algumas alterações, mas jamais abra mão de tudo, pois se essa pessoa
te deixar, então nada irá lhe restar.
Tenha sempre em mente que às vezes tentar salvar um relacionamento,
manter um grande amor, pode ter um preço muito alto se esse sentimento não for recíproco.
Pois em algum outro momento essa pessoa irá te deixar e seu sofrimento será ainda
mais intenso, do que teria sido no passado.
Pode ser difícil fazer algumas escolhas, mas muitas vezes isso é necessário.
Existe uma diferença muito grande entre conhecer o caminho e percorrê-lo.
A tristeza pode ser intensa, mas jamais será eterna.
A felicidade pode demorar a chegar, mas o importante é que ela venha para ficar e não
esteja apenas de passagem...
Luiz Fernando Veríssimo
Às vezes nos falta esperança. Às vezes o amor nos machuca profundamente, e vamos nos recuperando muito lentamente dessa ferida tão dolorosa.
Às vezes perdemos nossa fé, então descobrimos que precisamos acreditar, tanto quanto precisamos respirar...é nossa razão de existir.
Às vezes estamos sem rumo, mas alguém entra em nossa vida, e se torna o nosso destino.
Às vezes estamos no meio de centenas de pessoas, e a solidão aperta nosso coração
pela falta de uma única pessoa.
Às vezes a dor nos faz chorar, nos faz sofrer, nos faz querer parar de viver,
até que algo toque nosso coração, algo simples como a beleza de um pôr do sol,
a magnitude de uma noite estrelada, a simplicidade de uma brisa batendo em nosso rosto.
É a força da natureza nos chamando para a vida.
Você descobre que as pessoas que pareciam ser sinceras e receberam sua confiança,
te traíram sem qualquer piedade.
Você entende que o que para você era amizade, para outros era apenas conveniência, oportunismo.
Você descobre que algumas pessoas nunca disseram eu te amo, e por isso nunca fizeram amor, apenas transaram...
Descobre também que outras disseram eu te amo uma única vez.
E agora temem dizer novamente, e com razão, mas se o seu sentimento for sincero poderá ajudá-las a reconstruir um coração quebrado.
Assim ao conhecer alguém, preste atenção no caminho que essa pessoa percorreu, são fatores importantes: a relação com a família, as condições econômicas nas quais se desenvolveu.
(dificuldades extremas ou facilidades excessivas formam um caráter), os relacionamentos anteriores e as razões do rompimento, seus sonhos, ideais e objetivos.
Não deixe de acreditar no amor. Mas certifique-se de estar entregando seu coração para alguém que dê valor aos mesmos sentimentos que você dá.
Manifeste suas idéias e planos, para saber se vocês combinam. E certifique-se de que
quando estão juntos, aquele abraço vale mais que qualquer palavra.
Esteja aberto a algumas alterações, mas jamais abra mão de tudo, pois se essa pessoa
te deixar, então nada irá lhe restar.
Tenha sempre em mente que às vezes tentar salvar um relacionamento,
manter um grande amor, pode ter um preço muito alto se esse sentimento não for recíproco.
Pois em algum outro momento essa pessoa irá te deixar e seu sofrimento será ainda
mais intenso, do que teria sido no passado.
Pode ser difícil fazer algumas escolhas, mas muitas vezes isso é necessário.
Existe uma diferença muito grande entre conhecer o caminho e percorrê-lo.
A tristeza pode ser intensa, mas jamais será eterna.
A felicidade pode demorar a chegar, mas o importante é que ela venha para ficar e não
esteja apenas de passagem...
Luiz Fernando Veríssimo
Sábado, 6 de Dezembro de 2008
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